OS ORIGINAIS

Você tem vergonha de assumir que procrastina?

Quero apresentar uma nova visão sobre a razão pela qual as pessoas, eu e você inclusive, adiamos tantos as coisas que temos de fazer.

Quero demonstrar com essa visão que, não somente estamos sendo desencaminhados pela maneira tradicional de encarar a procrastinação, ou seja , como algo ruim a ser combatido e evitado a todo custo, como também provar com exemplos justamente o contrário: que é possível sim ser altamente altamente eficaz, mesmo procrastinando.

Para quem nunca usou este termo românico maravilhoso, fruto de longa e intensa maturação da cultura latino, "procrastinação" é a palavra bonita que se usa quando não queremos dizer que adiamos as coisas sempre para amanhã.

Sabe aquela tarefa que você sabe que tem que cumprir, mas, pelos motivos mais inusitados, caras-de-pau e criativos, você acaba deixando sempre pra depois? Pois é. 

Uma coisa é você dizer:

"Putz, tive mil outras coisas pra fazer, acabei ficando sem tempo nenhum e acabei empurrando com a barriga... Mas juro que termino hoje, tá?!"

Outra muito diferente é dizer:

"Procrastinei!"

Simples, direto, honesto e elegante.

Albert Eistein dizia que "aprender através de exemplos não é só uma maneira boa de se aprender, é a única forma de aprender".

Portanto, vamos aos exemplos pra ver se eu consigo provar o que estou dizendo.

Imagine alguém bem produtivo. Sempre temos alguém assim na família. Na sociedade, temos vários exemplos de pessoas assim.

Geralmente são pessoas enérgicas, batalhadoras, destemidas, encaram qualquer parada, estão sempre com a moral alta, sorriso no rosto, são extremamente confiantes, pra cima, positivas, esbanjam confiança, alegria e blá-blá-blá.

Seu lema é:

"não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje!"

Imaginou? Pois é, esqueça! Não é desse tipo de gente que eu estou falando.

O estereótipo, o modelinho quadradinho de pessoa produtiva que a mídia nos vende é essa. Porque é bom pra indústria. 

Esqueça esse modelo. 

Essa gente geralmente é artificial, é uma invenção de marketing, não existe de verdade. No mais das vezes acaba num psiquiatra e toma remédio pra dormir. Esqueça.

Existe um outro tipo de pessoas, mais raras, para quem a sociedade quase sempre costuma torcer o nariz.

Sabe quando a gente reconhece que alguém é "original"? Pois é. É desse tipo de gente que eu quero focar: nos "Originais".

Você tem um herói ou heroína?

Eu tenho alguns. Alguns acho bem improvável que você conheça. Outros, duvido que você não conheça.

Quero falar de dois deles:

Leonardo da Vinci e Steve Jobs.

Por que? Simples: Porque eles foram Originais, isso ninguém pode negar, e, um particular que pouquíssima gente conhece, porque eram também ávidos e inveterados procrastinadores.

Pois é... Este é o começo de nosso papo.  E sobre eles nós falaremos no próximo capítulo. 😉

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